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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Mexeram na minha bússola








Quando bateram na minha porta pensei que fossem, de novo, as crianças do hallowe’en. Desta vez iria pedir feitiçaria. Mas não precisou. Antes mesmo de xeretar no olho mágico, desconfiei que, pelo horário, só podia ser algo do Pimentone: vou enfiar uma xixica embaixo da porta e quem sabe o monstrengo lá fora vai tombando, como diz mamãe. Preparei minha xipalapala.  Tarde da noite tem entregador de pizza, comida chinesa, delivery do rei do bacalhau ... e o carteiro do pólo sul. Pois é, lá também funciona, e olha que é longe. No Mar de Wedell, enseada de Terra Coats, tipo paralelo 40º, não tinha idéia que alguém viria me visitar. Afinal não sou nenhum príncipe nem conhecido de Marta, Astrid, Rognhild, Olaf, Elisabeth, Jorge V ou outro da corte, nem tampouco queria competir com Roald Amundsen ou Shackleton. 
Vão me tirar daqui de novo! Como me acharam? Calculei: estava um pouco mais da longitude 40º:  Mercúrio a 57.000.000 kilômetros. Maravilha de telescópio que ganhei do Johnny. Não importa que ele comprou na 25. O fato é que funcionava: made in China, vi embaixo do tripé. Não haveria então que me preocupar com o calor. A não ser este maldito aquecimento global. O círculo polar antártico ficava cada vez mais pra cima. Não! Eu ´tava indo pra baixo. Ali, acho, alguém haveria finalmente de constatar meu esquecimento global.
O relógio, presente da Okies, já estava congelado e não funcionaria mais. Parou  ao meio dia e doze minutos. Sem rádio relógio, nem sol pra fazer um gnono perdi a conta. Me lembrei da bússola. O ponteiro do pólo norte não parava de se mexer. Ficou tremendo por uns, sei lá, seis dias; depois parou.



Fixei um ponteiro encima da bancada da estação. Alinhei o pólo norte com o ponteiro externo à bússola. Pensei comigo: a mesa não mexe, certo? Se o ponteiro da bússola mexer é porque o planeta  'ta mexendo! Uau, très loucure malandre!  A mesa não tinha como se mexer. Ah, talvez até, caso a placa inteira do polo sul mexesse;  ela poderia, desgovernada do jeito que anda: fiz então um marco fora da casa  alinhado com um ponto virtual no mar correspondente ao Cabo Vahsel, por via das dúvidas. Fui percebendo que a agulha do norte começou a se deslocar. Não havia interferência de nada a não ser da minha respiração e, lá de fora:  uma tempestade de neve que mais incomodava as focas.Só uma coisa poderia alterar tanto a agulha da bússola: o próprio eixo magnético do planeta. Mas como? -  perguntei - o marco da bússola caminhava lentamente para  o equador. Imaginei o que poderia estar acontecendo em todos os equipamentos que se utilizam dos efeitos eletromagnéticos: ou seja, quase tudo. Certa vez ouvi de um físico barbudo e mal encarado que se um dia o campo magnético da terra invertesse os pólos, seria porque o centro do planeta, o magma, estaria rodando em direção contrária, e os spins dos elétrons iriam também inverter e com eles a terra iria ficar up-side-down. Mas que besteira, imaginei.
Depois que eu fiz a última ressonância magnética no meu calcanhar eu entendi que os campos eletromagnéticos poderosos alteram os spins dos elétrons. É isto mesmo o que acontece com o exame na imagem RNM. 
Bom, quero dizer que a Groelândia estava prestes a se tornar a Antártida e onde eu estava o oceano glacial ártico!
Tive que mudar minha cama de lugar. Ajeitei a cabeceira do lado oposto. Minha cabeça ficou apontada para onde a bússola mostrava o sul. Estranho, very weird! Dormi bem encolhido aquela noite. Acordei também não sei que hora e nem sei porque: meus pés estavam batendo na cabeceira!
Mas de que me interessaria, afinal?

Não havia coleta seletiva por ali. Derreti meu relógio no caldeirão da estação. Os dias já eram mesmo diferentes. O tempo mudou. Nada ficava mais em pé. Nem eu inclusive. A água que rolava ralo abaixo tinha invertido o sentido. Agora descia no sentido horário e devagar. A aurora boreal mostrou cores diferentes das usuais: um tipo de violeta com roxo e lilás. Interessante. Eu não tinha como contar meus batimentos cardíacos, pois não dava mais para ter "batimento/por/minuto". Não havia mais minuto.Mas percebi que estavam lentos. A gravidade alterou, pensei. Menor gravidade, menos pressão sistólica. Com isso tive mais forças para caminhar e fazer o que tinha que fazer, mesmo se sentindo meio de cabeça pra baixo.  O gelo flutuava feito pena de ganso. Não caía totalmente. O sol estava quieto. A raras ondas de calor sobrevoavam o mar e a impressão era que a água ia sair voando. Very weird! O lençol da cama ´tava levitando e o gelo lá fora boiava feito mandiopã. Do fundo do oceano surgia um tipo de montanha. O mar 'tava abaixando? Não, não podia. Era uma montanha que surgia do fundo  dele:  um umbigo crescendo no meio d´água. Uau, será a Glospéia? Lembra Gabi?  Será Kabilak? Lembra Daniel? Quando vi a bússola e o ponteiro que havia fixado fora dela na mesa, percebi o quanto a flecha tinha se deslocado, apontando exatamente para o sul quando deveria mostrar o norte. Só pude concluir que a precessão dos equinócios tinha ocorrido –  a Terra já não era a mesma. E como será que estava o resto do planeta? Escondido do jeito que fiquei naquele mar de gelo e naquele início de verão, que também não era mais verão, era inverno, pensei que seria bom ficar por ali mais um pouquinho. Mexeram na minha bússola e o hemisfério sul virou hemisfério norte! Os norte-americanos viraram sul-americanos -kkkkkk-  agora eles vão precisar falar protuguês ou espanhol e tirar visto, apresentar imposto de renda e provar que  são mais leves que os antigos latinos para entrar na América! E nós finalmente vamos poder falar inglês sem precisar pagar aquelas escolinhas chatas  ... e vamos também poder ter o nosso próprio Mickey. God´s  sake Jesus Christ dam it!  How would it be hanging it? ?Q estás haciendo, cabrõn...? Punta madre de dios - estás loco de la cabeza?  



 mauriceET7&SAnToS,pre-sessão,2012







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quarta-feira, 13 de maio de 2009

O Xadrez e a sua vez (Veja no final, antes de ler, as peças deste jogo)










O xadrez e a sua vez








As oito pedras* pretas do tabuleiro estavam postas quando as oito brancas chegaram. Naturalmente arquiinimigas, colocaram-se em lados opostos.

- O xadrez é um tear. Com suas peças e seus traços no tabuleiro podemos construir bilhões de tapetes e matizes, disse Okydouky a Lovelyjobly. - Com qual cor quer jogar?

Lovelyjobly olhou atentamente para a mesa e... acenou com os olhos.

- Está bem, concordou Okydouky. Mas lembre-se das regras.
- Mas estas pedras se movem sozinhas. Eu não tenho poder sobre elas! Disse Lovelyjobly, num tom impotente e confuso.

Okydouky compreendeu mas, no entanto, respondeu enfático:

- Mas há sempre uma p-r-e-v-i-s-ã-o no ato de mover-se.
- Eu queria ter a sua certeza, disse Lovelyjobly. Veja, por exemplo, o AB’SURD. Sem mãos, sem pés nem cabeça! Jamais vou conseguir acompanhar seu raciocínio.

AB’SURD era do tamanho de um pigmeu medieval. Havia lutado contra o Rei na última partida e acabou em apuros. A cabeça também se foi. Ficou apenas seu Helmet, como apetrecho decorativo.

- Isto é exatamente a graça do xadrez, arrematou Okydouky! Veja, por exemplo, se tivéssemos o poder de conhecer o raciocínio de HUMORIX? Já teríamos saído e o jogo terminado! O gostoso do jogo, Lovelyjobly, é jogar e não entender.
- Entendo, quero dizer, jogo, completou Lovelyjobly. Quem começa?
- Tanto faz, disse Oukydouky dando de ombros e de maneira amável.

Apenas olhando para o tabuleiro, os dois jogadores viram a primeira peça mover-se sozinha. Foi BUZZWORD que parou no primeiro ponto. Antes que Oukydouky dissesse algo, Lovelyjobly adiantou rapidamente com ares de heureca:

- Ah, lembrei-me! O caminho de BUZZWORD depende de qual linha ele está fazendo. Seu itinerário nunca é conhecido. Portanto eu sempre fico atento para não perder a viagem!

A fumaça que sai de BUZZWORD é feita de letras. Elas ficam presas até que BUZZWORD se mova. É muito engraçado ver a peça se mexendo e as letras que dela saem. Às vezes formam palavras e até poesias. Certo dia, durante um jogo de xadrez na cabana do lago, BUZZWORD moveu-se poeticamente e deixou no ar:




“O bacana, na cabana da floresclara, é que ela tem cinco jabertas:


Uma para as estações erradas e quatro para as certas!
Quando a prima Vera nos visita, a casa se enche de flores em botão. Se ela vier, vocês verão.
In-vêr-nos frios e passageiros, põe-se a reciclar versos ligeiros:
Outono outro
O segredo do ciclo
Oculto noutro.”

Seguiu-se, à movida de BUZZWORD, uma reação das peças brancas. CARACOLEX iniciou seu caminho.

- Lovelyjobly, é a sua vez! Disse Oukydouky impaciente, olhando para a ampulheta.
- Mas eu já movi, há muito, respondeu Lovelyjobly. É que CARACOLEX demora mesmo. Imagine, com toda a sua gosma e ainda mais arrastando um porta-durex!
- Urghhh, que coisa molangolenta, refutou Oukydouky. Ainda bem que demorou, mas foi rápido. Vamos, então, jogando.

Peça a peça e o tabuleiro foi se tecendo. Tecia, tecia e tecia. Imagens iam se formando e se desformando, como num belo caleidoscópio. SLASHDOT, com muita velocidade, capturou a CARACOLEX branca de Lovelyjobly, que rapidamente exclamou:

– Ora, vejam só, sua SLASHDOT cercou-a bem cercada!
- Como? argüiu pensativo, Oukydouky.
- Assim!

Então Lovelyjobly desenhou num papel e mostrou a Oukydouky:


- Ah, agora entendo, concluiu Oukydouky.

Mas, enquanto decidiam imaginar o desenho tecido, JABBERWOCKKY já havia tomado o lugar de AB’SURD. JABBERWOCKKY é pura ilusão e pode pular quantas casas quiser, a hora que quiser.

- Esta é uma Terra sem lei, vociferou Lovelyjobly. Onde já se viu tamanha ousadia!

E num tom arrogante, ouviu-se em alto e bom som:

- Bem, se é que há ainda alguma lei neste tabuleiro, eu a comi!

Lovelyjobly olhou assustado para Oukydouky e os dois perguntaram, um para o outro, ao mesmo tempo:

- O que você disse?
- Eu é que falei, seus cabeças-de-macarrão. Eu, STUPIDLAW. Bem, desculpem, afinal não é toda hora que podemos falar, não é mesmo? Já fui para a cela algumas vezes por estes...vamos dizer...pequenos d-e-s-l-i-z-e-s. Mas sei muito bem como escapar das leis!
- Como? Perguntaram, de novo, Lovelyjobly e Oukydouky juntos.
- Com minhas perninhas de louva-a-deus, vou me retorcendo e passo por onde a luz passa. E, se... eu disse “se”, por um descuidado acaso, acabarem com as nesgas, eu uso meu MULARCOMINFLEX.
- MULARCOMINFLEX? O que é isso? Perguntaram, novamente juntos, Lovelyjobly e Oukydouky.
- É minha multi-arcÓflexÁ-open-minder. E agora, com suaSSS licençaSSS, tenho mais o que fazer, finalizou STUPIDLAW. Tenho muitas regras a quebrar! E tratem de guardar bem as peças para que não se percam!

Bem, foi melhor mesmo recolher as peças e guardá-las, antes que STUPIDLAW fosse contrariado, afinal nunca se sabe mesmo quem ganha ou perde. Uma peça, contudo, sobrou esquecida sobre a mesa. Seguiu-se o beijo mais longo que a estória um dia conheceu.




* Veja abaixo "As oito pedras" deste jogo:



1.Buzzword


2. Caracolex


3. Ab'surd












4. Stupidlaw



5. Humorix





6. Slashdot







7. Jabberwockky







8- Maiandra




















































































Aiuózadrim



Sobre Jabberwockky

Aiuózadrim
By Mauricharles Tadeutwidge Dos Santosdgson

Lemolisas touvas não me assustam porque Aiuózadrim.
O que serah que hah atrás destah cortinah?
Elas roldam o concerto, porcerto ou porperto.
Lesmolisas: saiam jah dahi!
Eu? Roou, roou, roou mai boute, calmagente, rio abaixo.
Marily, marily, marily mas, vida: what is it but a dream?
Por isso Aiuózadrim.
Jaguadarte não me astuta!
Escuta: Tem uma mosca voando na cozinha, bzzzzz, bzzzzzz; tem um canguru preso nu... elevador.
Ao vestir as alpercatas de Alice, azougue, corri como o coelho.
One, dois, Tree 4 us. É que adoro quatro coisas: O povo em pé (as árvores), as insetas da maravilha (as crianças), os jogos (esconde-onde) e Pitágoras.
A área de plana cantada tem aumentado e as trees e as bees zurpado!
Pobre Planeta Terra! Se fircarmos sem elas, as árvores e as abelhas, não torresmos onde se esconder.
Mas não tem problema. Ninguém me acha mesmo, pois Aiuózadrim.
Ai don’t know how it happens, apenas rrapens.
E os momirratos?
Um momento: For dam christ college and church! Por favor deem jeito neles!
Eu não posso, agora. Só depois que Aiuózadrim.

domingo, 26 de abril de 2009

Kabilak encolheu!

KABILAK encolheu!
esculpido por Maurici & Santos
Há, sob as pedras, muita confusão. Primeiro porque elas não falam e segundo porque elas permitem.
Kabilak é o Senhor das Pedras e é feito delas. Seus cabelos são de rochas metamórficas, os olhos de vulcânicas e a boca de sedimentares.
Nasceu na data estelar de 467 trilhões a-l-es*.
Kabilak cresce, diminui ou some, conforme as crianças nascem. Como houve, no dia de hoje, muitos nascimentos, ele resolveu encolher.

Conta-se que as pedras são antepassados que se fizeram presentes nos ossos do corpo humano. A clavículas por exemplo, são resquícios de nossos avós. O osso do fêmur, o maior de todos, foi criado por Júpiter em 12 de Outubro de 3456 aei**. Júpiter também criou mais pedras: a pedra do sapato, as pedras dos rins e as pedras que são pedras no nosso caminho.
Vez ou outra, Kabilak chora. Quando está aborrecido chora turmalinas. Quando macambúzio, ágatas. Quando angustiado, topázios. Quando fica sem seu carro opalas. O carro de Kabilak é um tipo de biga e Riquichá. Possui oito rodas infinitas que giram todas ao contrário. Por isso, quando você acha que ele está indo, ele está vindo. Confuso, não?
Kabilak sempre leva consigo dez apetrechos: Alforje, alfajor, casca de limão, moita, candelabro, estilingue, cortador de grama, pão de queijo mineiro e calamango. Talvez o que seja mais esquisito seja o pão de queijo. Faltou um apetrecho, que ele nunca revela.
Na antiguidade usavam-se pedras para fazer contas. A palavra pedra vem do Grego calculus. Daí a disciplina "Cálculo Diferencial" e o vocábulo “calcular”. Assim, Kabilak, feito de calculus, deve ter mais de 260 bilhões de anos. Calcula-se que no próximo verão ele complete mais um a-p***. Segundo informado no Diário de Petrópolis, uma grande festa está sendo preparada com presença confirmada dos Rolling Stones.
* a-l-es: anos de luz e escuridão.
** aei: antes da era incomum.
*** a-p: ano-petrus. Um "a-p" equivale a 165.437 bilhões de anos solares.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Kabilak

KABILAK
esculpido por Maurici & Santos

Há, sob as pedras, muita confusão. Primeiro porque elas não falam e segundo porque elas permitem.
Kabilak é o Senhor das Pedras. Seus cabelos são de rochas metamórficas, os olhos de vulcânicas e a boca de sedimentares.
Duas geólogas, Aleirbag e Aivil esculpiram a ideia na data estelar de 4 bilhões a-l-es*.
Kabilak cresce, diminui ou some, conforme as crianças nascem.
A família de Kabilak, as Torres Del Paine, ao sul do Chile, possuía a chave para que os Magalhanes pudessem entrar nas campinas e caçar Iguanas, Norocabas e Manduris. Os Totens na Ilha de Páscoa e Stonehenge são da mesma espécie, porém de gêneros diferentes.
Conta-se que as pedras são antepassados que se fizeram presentes nos ossos do corpo humano. A clavículas por exemplo, são resquícios de nossos avós: a esquerda o lado materno e a direita o paterno. O osso do fêmur, o maior de todos, foi criado por Júpiter em 12 de Outubro de 3456 aei**. Júpiter também criou mais pedras: a pedra do sapato, as pedras dos rins e as pedras que são pedras no nosso caminho. Todas são, de alguma maneira, familiares de Kabilak.
Vez ou outra, ele chora. Quando está aborrecido chora turmalinas. Quando macambúzio, ágatas. Quando angustiado, topázios. Quando fica sem seu carro opalas. O carro de Kabilak é um tipo de biga e Riquichá. Possui 8 rodas infinitas que giram todas ao contrário. Por isso, quando achamos que ele está indo ele pode estar vindo. Confuso, não?

Kabilak sempre leva 10 apetrechos consigo: Alforje, alfajor, casca de limão, moita, candelabro, estilingue, cortador de grama, filtro solar, pão de queijo mineiro e calamango. Talvez o que seja mais esquisito seja o pão de queijo.
Os Macedônios, Hebreus, Cafundeus e Amazonas usavam as pedras para fazer contas. Pedra em Grego é calculus, daí a disciplina Cálculo Diferencial e o vocábulo “calcular” como sinônimo de fazer contas. A conta que fazemos é que Kabilak tem mais de 260 bilhões de anos. No próximo verão ele completa mais um e, segundo foi informado no Diário de Petrópolis, uma grande festa está sendo preparada com presença confirmada dos Rolling Stones.
Como Kabilak é diabético não haverá nenhum doce. Quem quiser que leve o seu.
* a-l-es: anos de luz e escuridão.
** aei: antes da era incomum.