Arrepiado, meu gesto é de destreza
Sou filho do astuto
Sou filho do urbano
Eu vivo, não me assusto
Sente o engasgo
Sente a pegada
Cada palmo desta linha..é tudo isso meu camarada
Irmão,
brother, friend
Can you
fully understand?
Sit down
and feel it free
One sky,
one city
That one
ain´t got nothing to see
Se liga mameluco
Baltazar das etnias
Nós viemos pra ficar
Uma cidade muito fria
Zumbindo pra irritar
You eat
bread, you´re a baker
You have
nothing, you´re a loser
Mother mary
came to me
I could not
even agree
I´m not from this place;
I´m just taking a wave
I like to seek but they do not click
It´s easier to tell I´m sick
It´s easier to tell I´m sick
Eu não falo pra ninguém
Não profecio diagnóstico
Falo pra mim mesmo
Esse é meu negócio
Olha o ócio
Olha o ócio
Boca seca na garganta
Não tem muito o que falar
A roda ligeira da cidade
E da veia jugular
Many links,
few intention
There only
a correction
Every one
is like a brick
Trying to
live so quick
They can´t
look at all
There are No
dreams, there are no teacher
another
brick in the wall
Tem
neguinho perdidaço
Sem caminho pra tocar
É esquisito ver o cara
Sem nada pra explicar
O amor é diferente
É coisa demasiada
Inventaram tanta regra
Inventaram uma pegada
Iludiram a galera
Um substituo pra enganar
Não se apoquente não me olhe com pavor
O amor não tem idéia
É como uma geléia
Se desmancha no calor
E no frio então, maluco
Todo mundo agasalhado
Quer um braço e ombro quente
Um sentido diferente
Prum amor que junte tudo
Prum pedaço arrebentado
Que nos fazia diferente
Agora é tudo igual...
A moçada se tocou
O apego vive solto
Como um louco arrazoado
Love hurts,
love heals
I don´t
care, who will
Come with
me my brother
Come with
me my layer
Watch
yourself, body
Watch
themselves, crier.
Tão falando
Tá zoado
O cara ta desesperado
Fica cego de vontade
Não percebe a contrariedade
Se incumbe de uma missão
Uma só conspiração
E toda a ambiguidade
É o bócio do coletivo
Algo assim, sem sentido
Carregar um sentimento
Que não foi abstraído
O amor é coisa tola
Algo torto construído
Deixe o sangue discorrer
Sobre uma idéia desmedida
É o bócio
É o bócio
Tá entendendo o que eu tô dizendo?
Isto já tá quase morrendo
Não consegue mais andar
O casal só faz de conta
Que é a conta do azar
O amor é coisa velha
Não dá mais prá sustentar
Olha que eu digo do romantismo
Um fiasco, um abismo
Um fato sem cabimento
A paródia da mentira
Um monte de sofrimento
Quando chega neste ponto
De trabalhar o relacionamento
Já se foi o que nunca foi
Tira isto, sai desta embromada
Tamu farto da mentira
Põe o óculos
Põe e tira
Vê que nada e tão verdade
Que a mentira disfarçada
Não sei se é maldade
Nunca ninguém me contestou
Eu vivo pra enxergar
Aquilo que faltava no lugar
Um lugar que começou
Um lugar que terminou
End of
frontiers
End of
monastries
End of
quarter and dime
End of the
clock and its time
You don´t
see
You don´t
understand
You have no
exit
You have no
end
Let me tell
you something
Let me tell
you right there
There are
many everywhere
Get you
ticket pour La Mer
Clear your
eyes alone
Check that They
all have gone
Esperança
Essa foi outra abstração
Que ta na beira da ruína
Desta vez nós estamos sós
Sem herói
Sem heroína
control-alt-del
Não posso acreditar em um Deus
Que quer ser louvado o tempo todo
Não sou um bobo
Isto não existe
Não é Nieszchte?
Mesmo assim, devagarzinho,
Vai vendo a estória
Este papo de conseguir a glória
Que papo mais indigesto
Num sei como os cara engole
Não sei
Não tenho gesto
Não tenho gesto.
Mauriceet&saNTOS,2012




