cheio e vazio: as mãos pulsam com intenção e sem intenção.
|O que falam do amor
dizem que não é coisa minha,
não entendo,
por acaso,
que o amor é o vento;
que deste eu gosto.
Mas se o amor é tão parecido com ele,
que, como eu digo,
se confundem,
por que os dois nomes?
Coisas diferentes do cotidiano: são as mutações que, de mês em mês, ano em ano ocorrem, para espanto,
e, te garanto, não vai faltar - ombro para se chorar. Acalmar o coração; sentir a respiração - é assim: as vezes como carreira solo, como ermitão. Haverá sempre um lugar, aquele, o altar, tão escondido, que amassamos. Mas basta lembrarmos, quer dizer, religarmos, o que tomamos, as vezes, por engano. O que não há é engano: há tempo. Quando a guarda baixa, abaixamos a bandeira, o pano. Resta seguir o templo, pois, amanhã é um novo dia, hoje também: cotidiano.
A emissão de carbono gerada quando escrevo neste blog eu compenso plantando árvores, evitando usar carro, reduzindo, reutilizando e reciclando materiais no meu apê. Maurici
Slow down
Diminua a velô
Maneirinho
blogdomaurici
grato Yamdrok Tso
namastê, lago
Mascara Neutra
Será nossa imagem a imagem do espelho?
Quem sou eu
Eu sou uma presença e estou presente. Expresso, lento, comunico, êxito, hesito, existo, duvido, informo, outformo. Durmo no inverno, colho no outono, danço na primavera, suo no verão. Suo pensante. Suo sentinte. Sou no universo em que estou e no em que eu não estou. Eu mesmo; simples e agora. Na dúvida, pergunte-me o que não sei responder, pois aí reside meu hábito e fortúnio. Gosto que me ensinem, me aprendam e depois me soltem.
"logoz arithmoz" não é "blog rhytmós", que éo ritmo do blog e não o da razão.
A razão dormiu apenas no último dia. A idéia da criação é apropriada para emudecer. Antes do verbo há muita ação. O verbo não foi criado; nasceu adulto. A vida não começa; a vida continua. Antes que houvessem, sujeito e objeto nunca existiram, s-e-p-a-r-a-d-a-m-e-n-t-e.
Sujeito e objeto são os mesmos; oculto ou direto.
O mudo não é aquele que não fala. Aquele que não fala é o preso.
"O mudo é a-quele, a-quilo, v-ocê, e-u, agua-r-dando, momentanea-mente, a-ves das palavras, faladas ou escritas".